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domingo, 25 de setembro de 2011

A VIAGEM DO AMOR



Nesta semana de férias aconteceu algo que me trouxe muitas experiências com Deus e eu gostaria de compartilhar um pouco delas.
Peguei o ônibus em Curitiba para ir a um Seminário de Missão em Lages – SC. Viajei pensando na alegria de encontrar pessoas queridas, passar dois dias com elas e ouvir palestras sobre “A Comunidade que Cura”, tema que me interessa muito. Há, seria ótimo.
Na viagem, senti a presença de Jesus sentado ao meu lado, Ele segurou a minha mão o tempo todo e eu não me senti sozinha, senti PAZ, foi agradável.
Pois bem, cheguei à rodoviária de Lages e liguei para o Sr. Braulio (eu não o conhecia muito, mas sabia que ele ajudava na organização do evento), disse que tinha chegado, que iria de táxi ao local do seminário mas precisava que alguém me recepcionasse.
- Não, espere aí que já estou indo te buscar. Disse ele. Pensei, ok. Eu estava feliz.
Logo, Sr. Braulio e sua esposa, Dona Marli, chegaram. Eu os abracei e disse com um sorriso:
- Que bom que vieram!
Eles murcharam, ficaram encabulados, se olharam de canto dos olhos e então Braulio me disse:
- Juliane, aconteceu um imprevisto e nós vamos ter de te contar.
- O que foi. Disse eu, já me preparando para algo não muito agradável. E Braulio continuou:
- Em virtude das chuvas e alagamentos em SC, o evento foi cancelado hoje, pela manhã.
Quase não acreditei, eu tinha viajado sete horas em vão! Então perguntei com um sorriso no rosto:
- Sério?
- Sério, disse ele. Então eu ri.
Dona Marli pegou a minha mala e disse:
- Mas você não vai ficar sem pouso. Vamos lá em casa. Eles me hospedaram e cuidaram de mim. Mas por mais que tentasse disfarçar, não estávamos nos sentindo bem. Eu, por ter perdido a viagem e eles, por ter de receber alguém que não conhecem em sua casa. Mas ainda assim, Deus derramou seu manto de amor.
No outro dia pela manhã, peguei o ônibus de volta para Curitiba. Perdi o seminário, talvez por que esta era a vontade de Deus, mas ganhei um tempo a sós com Jesus.
Alguma vez você também já “perdeu a viagem”? Não para algum evento específico, mas em relação ao amor?
Alguma vez você pensou que estava no caminho certo, achando que esta também era a vontade de Deus? Com expectativas formadas do futuro?
Deus sabia que, a esta altura do campeonato, eu estava passando por uma fase: a fase de aprender a amar a mim mesma. E eu sabia que o amor que Ele tem por mim (e por todos nós) é um amor imensurável, um amor fiel. E por isso Ele esteve comigo, me aconcheguei em Seus braços e recebi as paisagens da janela como presentes pintados por Deus, os melhores presentes que um romântico namorado poderia dar a sua amada.
Já na volta, entre tantas coisas, eu tive um momento de “piri-paqui”, olhando pela janela eu disse:
- Deus, a Tua criação é perfeita! O Senhor não poderia ter feito melhor, eu AMO Tua criação!
Mesmo antes de eu acabar estas palavras, o sol bateu na janela e apareceu o reflexo do meu rosto. E então Deus disse:
- Eis a minha criação. Se você ama a natureza que Eu criei, então ame a você mesma. Por que para mim, você é criação perfeita.
Por um momento fiquei estática, pensando: Porque as pessoas (mulheres principalmente) buscam tanto a beleza? Elas são criação de Deus e é isso o que importa!
Se você respondeu sim, quando lhe perguntei se já tinha “perdido a viagem” alguma vez, fique sabendo que a viagem não foi perdida. Por que de alguma forma, Deus te ensinou. E Ele ainda nos dá a oportunidade de voltar ao ponto inicial e recomeçar, agora crescidos em amor.
Como diz o autor Max Lucado: “Se Deus se recusa a dar o que você pediu, é porque Ele quer lhe conceder o que você precisa”.
E se alguém me perguntar o que eu fiz no feriado, posso dizer que fui viajar com Jesus até Lages – SC, a fim de termos um tempo a sós.

Juliane Zilke

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Da pergunta sobre a paixão

“O amor não é parte da vida, o amor é a vida toda.” (Dona Clio)



Para alguém racional apaixonar-se não é fácil... Já ouviu falar do susto do amor? Vamos mudar, no amor não há susto, no amor há desespero, sofrimento, abnegação... Ao falar sobre o susto do amor, está se falando na verdade sobre o susto da paixão. A paixão é daquelas palavras que os filólogos discorrem reconhecendo que para ela a etimologia é superficial. Neurologistas, psiquiatras, biólogos (os macacos não se apaixonam!), todos tem pesquisado... E ela permanece misteriosa em sua essência. Para os racionalistas é simplesmente o precursor do acasalamento entre os humanos, para os romancistas estado ideal de amor, para os realistas estado de obsessão passageiro... A paixão o que é? Pouco se sabe, ela é indispensável, é indigna de confiança, requer sensatez para evitar o engolimento da pareia por si mesmos, mas esmaga todo e qualquer bom senso. Ela torna as regras pequenas, não é o amor, mas aponta para ele quase tornando-o um
deus, eu diria que a melhor definição é que a "paixão é uma pregadora apaixonada do amor eros".

Não se pode fugir do susto, não se pode racionalizá-la, ela é responsável por todo o mistério introdutório do relacionamento amoroso, Salomão disse, quem entenderá o caminho de um homem e uma mulher? A paixão passa...? É, ela passa, mas ela é o primeiro amor, é a sua infância, aquela a quem as velhas memórias desgastadas pelo tempo por vezes recorrem para sobreviver ao desafio de amar... Ás vezes se pergunta: Por que te apaixonastes sem a(o) conhecer bem? Não é justa a pergunta, não referente à paixão... Um jovem coração ainda preso às amarras da paixão responde com mil gargalhadas de desespero e alegria que se ecoam pelo universo... Como poderia não me apaixonar? No “por que” e “poderia” está a essência do mistério... Se antes tratou-se a paixão como a deusa buscada por todos, hoje, todos parecem evitá-la. Ela tornou-se uma vilã. O ser apaixonado é o ser imaturo, não é necessário apaixonar-se, é necessário
logo livrar-se dela. Desprendam-se desta obsessão para que possam amar, gritam os mestres da vida. É verdade, um dia assim como o efeito do chá de Tristão e Isolda passou, levando consigo toda a excitação emocional que lhes fez lutar pelo amor, também parte a paixão. Ela veio trazendo consigo as qualidades do outro (algumas vezes inventando algumas), descrevendo o amor com poemas líricos, e agora parte. Não a empurre, não fuja dela, ela vem sem convite, é o demônio importunante que te encontra por mais que fujas, mas que também parte sem necessitares mandá-la embora. Se ela canta o amor, não é para endeusá-lo, isso é coisa tua, mas por que ele precisa ser cantado, anunciado com trombetas. Se ela parte, é por que necessita dar espaço ao amor, que algumas vezes é seu fruto, outras vezes sua semente.

A paixão não inventa sobre o amor quando o anuncia, não o fantasia, somente diz suas qualidades. Se faz assim, é que estamos tão pouco aptos ao amor, que alguém precisa colori-lo para que possamos querê-lo. Quando ela parte, e ficamos sós nós e a oportunidade de amar, dizemos, será que nos enganou a paixão? Será que não há o que pensamos que houvesse, e a paixão em despedida nos responde – Lembrai vós de tudo que ensinei acerca do amor, é vossa escolha deixá-lo entrar ou não. Eu, a paixão, sou sua infância, sua profeta. Faço a Romeu ver Julieta somente em suas qualidades e adornos, depois me esquivo um pouco, e Julieta percebe as sombras que nunca viu por que com minha luz as ofusquei. Mas como não parti de todo, se pensa, o que é uma sombra para que não possa se conviver?! E permanece o laço, abraço... Êta embaraço! E é quando me desfaço, assim as sombras que um do outro descobriram passa a doer. Não menti, mas como
sou poeta romântica, não canto a dor e abnegação de quem o amor precisa para se fazer viver. Mas perceba, não é má a minha obra, ao ponderar entre os sacrifícios do amor e o amor como forma de viver o que escolheria você? Ora, por que amas se não amas pelo amor... Eu sou o convite do amor, e “o convite para o amor, é amar.” Frase de Agostinho

P.S. Continuando a respeitar o mistério; desejo a todos: Paixão!


Weslley Rodrigues

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Cotidiano (lado A)



Cotidiano (lado A)

As semanas passam lentamente voando. Os dias fogem em disparada insana, mas nunca deixam de fazê-lo, sem esperar em demasia, pelos dias que nunca vêm. O desatino dessa “coisa” toda dividida, quantificável e numérica é tão grande, que parece divertir-se à custa de seres menos exatos e prendê-los em suas horas, minutos e segundos. Parece não considerar nossos anseios, brinca com nossa esperança e paciência. Tem vezes, finge ser amigo. Mas não se engane! Ele, a ninguém tem por íntimo. O Tempo continua sendo um mistério para todos...
Incrível! Os passos desse rapaz nunca foram tantos e tão depressa! Confirma isso dona Ana, mãe de um guri calmo e de passadas arrastadas. Talvez quem poderá dizer melhor é a Bruna, irmã do tal vagaroso. Ou mesmo Isabela, sua encantadora noiva (por quem ele com certeza perderia as pernas correndo se necessário). A Gabi, bem... ela não poderia dizer muita coisa, pois, mesmo se pudesse, o passo duas vezes mais lento do seu irmão, ainda assim seriam mais do que suas perninhas poderiam acompanhar. E o pai então? A hereditariedade genética explica! Esse arrasta-se tanto quanto o filho.
Às sete horas da manhã o celular desperta. “Ok! Só mais dez minutinhos...” Começa o dia. Ele levanta da cama quente. Se veste, escova os dentes. Prepara a mochila, carrega-a com mil sonhos. Calça o tênis e sai. Nem todos os dias são iguais, mas ultimamente, um peso enorme tem esmagado o seu humor logo cedo. Uma tonelada nas costas pela manhã. Lá vai ele arrastar-se outra vez. Mas é preciso correr! O dia começou! Acorda pra vida! E ele realmente corre. Mas algo parece ficar para trás, perdido em algum buraco negro da existência. A alegria de viver não o acompanha, é sugada por alguma força estranha que ele não sabe nomear. “Oh vida! Porque és tão severa? Logo com os mais fracos! Poderias ser o algoz dos fortes e destemidos. Eles agüentariam o teu jugo. Mas o pequenino... o que poderá fazer em tuas mãos, senão clamar aos céus? Ajuda-me Deus, fortalece-me!”
Sua oração diária, matinal, é quase um vômito! Tal qual na verdade. Sua alma expele essa densa e amarga sensação triste de suas entranhas. É repentino, involuntário, reação. É penoso. E é ainda mais, por não se tratar apenas de distância, saudade e noites mal dormidas. Solidão. Seus pés pisam ladrilhos úmidos, pedras molhadas, grama orvalhosa. Uma terra distante de seu berço. O dia é frio, a rua é fria, o sol não nasceu direito. Os carros voam. Alguns minutos depois ele encontra a moça da parada de ônibus. Sua alma estrangeira o mantém ilhado. Mas ele convive bem com os seus anônimos. Eles permanecem no anonimato. O "busão" pára no ponto. O motorista bigodudo, sem nome, pisa fundo, e sacode todo mundo lá dentro. O cobrador careca e simpático, também sem nome, cobra a passagem. “Puxa! Quanta gente sem nome aqui dentro!” A mulher negra e seu cabelo culturalmente bem distinto; o japinha sonolento que dorme com a cabeça "quicando" no vidro da janela do ônibus; o cara de expressão bem humorada (é jovem, deve ser um gozador, piadista, tem todo jeito); a moça casada de olhar misterioso (parece que esconde segredos), e tantos outros. Todos personagens de um mesmo roteiro: O Interbairros II.
No terminal há tantos anônimos, tantas histórias. Vidas correndo, se chocando, lotando ônibus. Sob aquele palco, todo dia, aquele vai e vem de pessoas. Fluxos de gente sendo engolidas por monstros de metal e despejadas em funis humanos. Mas ele continua ali, fazendo parte de todo esse enredo, esse drama diário. Por alguns minutos (dez aproximadamente) ele consegue parar e conjugar-se no particípio. Ali parado, sentado no banco do terminal, ele vê aquele movimento todo: “Que mundo é esse? Eu não fui programado para funcionar a essa velocidade. Vai ver é um defeito de fábrica, ou um defeito adquirido. A verdade é que não consigo acreditar nisso. Esse mundo é grande demais pra mim e meu coração não cabe nele. Esse ativismo todo me deixa louco! Pessoas gerundiando o tempo todo. Ninguém pára. Algo me diz que elas só correm, não vivem!”
Por vezes a vida se resume a lampejos. Um gozo inesperado, uma consolação sucinta no íntimo, uma esperança que floresce regada pela lembrança; um súbito sossego na alma, um ânimo novo. A paisagem bela que cai diante do olhar como uma dádiva divina e alimenta os olhos famintos de cor e contraste. O canto do pássaro que revoou da calçada naquele instante em que alguém passou por perto, contrapõe-se aos ruídos da urbanidade e preserva-nos um resquício de prazer aos ouvidos no meio de tanta poluição sonora. O sorriso e os olhinhos de uma criança, sentada ao colo da mãe, que encara o olhar do estranho com uma inocência e firmeza tão características e desprovidas de pudor que adulto nenhum seria capaz de igualar-se sem se sentir embaraçado. “Não há quem ouça o canto dos pássaros? E o esquilo? Naquela manhã fui o único espectador a flagrar a sua aventureira travessia no asfalto. E eu nem sabia que haviam esquilos por aqui...” A paisagem, o pássaro, o esquilo, o sorriso da criança... Elementos de uma vida marcada por contingências. O tempo prega peças (e às vezes arranca-nos aplausos), o cotidiano é uma odisséia e imprevistos, vez em quando, são boas notícias para uma alma calejada.
Lá vem o Montana. Os ônibus mudam de cor e de nome, mas sua aparência externa não o engana. Lá dentro ele sabe que irá encontrar mais anônimos e rostos codificados. E esse é apenas o prólogo do dia, ainda nem viramos a página. Ele desce do ônibus, desce a ladeira, desce o olhar. Para baixo até a lei gravitacional ajuda. Cai também a auto-estima (e essa nem precisa de gravidade). A mochila, um apêndice do corpo, continua nas costas, pesando sonhos e planos na sala de espera (além do material da faculdade e uma marmita para aquecer na hora do almoço). Trabalhar, trabalhar... Ele não pode se queixar. O trabalho é uma bênção! Graças a Deus! Mas mesmo assim, na hora do almoço, ele não deixa de plagiar o poeta: “... Todo dia eu só penso em poder parar / Meio dia eu só penso em dizer não / Depois penso na vida pra levar / E me calo com a boca de feijão...”
O tempo passa, o expediente termina. Agora, dezoito horas. É hora de partir. Tomar o rumo. Chega de trabalho por hoje. “Eu já passei meu cartão, cumpri meu horário!” O fim de tarde encerra um capítulo, mas os seus pés ainda não cessaram a caminhada. É hora de ser engolido novamente pela grande lagarta verde que o transporta até a faculdade. O dia não acabou e a história continua... Pois, como diria outro poeta: “o tempo não pára...”
Eu diria que este seria o lado “A” de um cotidiano que se expressa amargamente. Amargo seria um adjetivo exagerado sob a maioria dos pontos de vista, mas não para o nosso personagem taciturno. Só Deus sabe o que ele carrega no peito. E, aliás, acredito que ele já falou até demais. Ele se vê agora demasiadamente melancólico e relutante para dar qualquer pista que seja, sobre como termina o seu dia, e a que horas repousam os seus pés após a jornada. Talvez o dia dele termine com uma lágrima vertida e uma prece sussurrada. Não sabemos. Mas o fato é que, nem todo dia chove nem todo dia é frio, nem todo dia é inverno. E com certeza há um lado “B”, com um “B” verdadeiramente maiúsculo. Um lado “B” que realmente faça jus aos dias bons. Mas quem sabe eles estão como o verão, há alguns meses daqui. Quem pode saber? O tempo de cada coisa, só o tempo irá revelar. Enquanto isso, Diego, o filho de dona Ana, continua esperando. Esperando o despontar da Alvorada.

“Escrito em um período remoto sob a penumbra medieval de alguma masmorra...”

Autor: Thiago Mattos

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Conversas no coletivo


O que dizer dos acontecimentos vivenciados no coletivo? Ouve-se o barulho do motor, pessoas passam para lá e para cá, alguém lê uma revista, outros se utilizam da tecnologia do celular para a comunicação – um apito é ouvido. O coletivo faz jus ao nome, pois muita gente começa a entrar e lotar o veículo, já não existem mais lugares para se sentar.
Mas, há lago diferente. Vejo uma mulher, com ela dois pequeninos, um deles ainda nos seus braços, num sono profundo, aproveitando o colinho gostoso. O outro se sentou ao lado da sua mãe – o que aconteceu? Uma conversa interminável, intermináveis questionamentos, uma alegria infantil contagiante, olhar penetrante, refulgente. Quem diria, que em meio a rostos tão diferentes, desconhecidos, em meio à tecnologia e seus avanços, vê-se a simplicidade dum pequenino. O olhar apaixonante de sua mãe, o amor estampado em sua pupila fascinante! O amor salta aos olhos.
O olhar do pequenino reflete o amor exalado pela mãe. Obrigado Senhor por perceber na simplicidade a pureza e profundidade de amar.

Autor: Bruno Leonardi

domingo, 27 de março de 2011

É hora de morfar!!!














“Portanto, vão e façam discípulos...”, esse foi o versículo que soou e ressoou várias vezes em nossas mentes e corações no último final de semana, no retiro do primeiro com o terceiro ano. Como alunos de teologia, muitas vezes perdemos o rumo em meio a “homiléticas”, “hermenêuticas”, “apologéticas”, “métodos exegéticos” e outras palavras complicadas... Esquecemos que o que Jesus fez e ensinou foi numa caminhada muito prática e pessoal: o discipulado. O nosso querido Sérgio Schaeffer fez um grande esforço nesses dias pra nos fazer acordar e compreender a relevância do discipulado, e posso dizer que sua paixão apaixonou a todos nós.
O retiro foi marcado pela presença de uma galera animada, disposta, e muitas figuras engraçadas... É bonito ver como o Corpo de Cristo é rico em diversidade, talentos e dons! (e isso ficou bem visível em nosso show de talentos! Seja luterano, assembleiano-fã-de-Lutero, bom ou mal contador de piadas... todos são bem vindos no Reino! rs). Pudemos ver um agir maravilhoso de Deus quando compartilhamos nossa caminhada... (e quem consegue falar de tudo que Deus já fez em 4 minutos?) Com certeza Deus faz grandes coisas em nossas vidas, e nada mais certo do que desejarmos passar isso adiante, ao invés de ficarmos acumulando riquezas só pra nós.
Aprendemos que fazer discipulado é muito mais do que sentar pra estudar conceitos e doutrinas – é caminhar lado-a-lado, fazer o que Jesus fazia. É ouvir. É chorar junto. É chegar perto. É aprender e ensinar ao mesmo tempo. É brincar de “guerra de necessidades-de-vaca”. É dar risada da “dança da bolinha”. É puxar a orelha. É falar noite adentro das maravilhas de Deus. É conhecer e deixar-se ser conhecido – seja evangelizando, seja buzinando no trânsito! Resumindo... discipular é amar. Fomos desafiados, e eu pelo menos decidi parar de mofar. Como diriam os Power Rangers ao entrar em ação... “É hora de morfar!” (rs) Bora fazer discípulos!
















A preparação para o retiro foi de tirar o fôlego, mas valeu a pena...
















Parece que alguns até enlouqueceram pelo caminho...
















Aí está nosso maravilhoso palestrante
















Todos vidrados no ensino do Sérgio
















O louvor foi sensacional
















A gincana foi muito divertida
















Não podia faltar a foto da equipe vencedora
















Que comida mais maravilhosa
















A noite de talentos foi incrível, aí a revelação da noite